Daniel Lopes
Registou-se mais um caso de nado-morto no Hospital do Barreiro, sendo já o sexto no período de um mês. Para esta unidade hospitalar trata-se de uma “infeliz coincidência”.
Desde o início deste ano que já se contabilizaram nove fetos mortos no serviço de urgência obstétrica e ginecológica do Hospital de Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro.
A directora do Serviço de Obstetrícia Ana Paula Lopes veio a público garantir que os fetos não tinham qualquer doença, ao contrário das mães, que apresentavam infecções e doenças maternas.
“Tal como muitas patologias do foro obstétrico há flutuações e picos; nenhum destes casos têm uma causa comum”, afirma Ana Paula Lopes, garantido ainda que “Eram gravidezes vigiadas. As grávidas tinham patologias diferentes entre si. Não há qualquer elo comum ou relação entre as situações. Pensamos que se trata de uma coincidência infeliz”. Desta forma, a responsável sublinhou ainda que esta situação não é motivo para grandes preocupações: “Ao longo dos anos estes casos acontecem em várias instituições e por todo o mundo e não há razão para que volte a acontecer. Nós até agora temos tido uma média muito baixa [de mortes de fetos no útero], tal como se tem vindo a diminuir a morte perinatal”.
A especialista assegurou também que as ecografias e as análises realizadas não detectaram nada, acrescentando que as causas de morte fetais são variadas, podendo ir desde as infecções a doenças maternas.
Assim, e segundo Ana Paula Lopes, este tipo de mortes pode ser evitado, desde que se conheçam exactamente as razões para tal acontecer, como quando há um patologia grave do feto ou da mulher.
Quem também seguiu esta lógica de pensamento foi o presidente do Colégio de Obstetrícia da Ordem dos Médicos, que considerou este caso como “uma coincidência que e nada tem a ver com a assistência médica”. Para Luís Graça, “este caso configura aquilo a que chamamos lei das séries. Em saúde também temos de nos conformar com a regra da coincidência.”
Importa salientar que ainda não são conhecidos os resultados das autópsias, tanto deste caso como dos restantes cinco mais recentes registados neste hospital.
São considerados fetos mortos todos aqueles com morte fetal in útero com idade gestacional igual ou superior a 24 semanas, isto é, seis meses.
Fontes: SIC e SOL
Fevereiro 10, 2008 ás 6:16 pm |
DEI ENTRADA NO DIA 17 DE NOVEMBRO AS 9H TIVE UMA MENINA AS7H18M DO DIA 18 DE NOVEMBRO, QUANDO ENTREI EM TRABALHO DE PARTO SO ESTAVA UMA ENFERMEIRA E UMA AUXILIAR, PASSADO 1H CONSEGUIRAM ENCONTRAR [UM] MEDICO QUE ME FIZESSE O PARTO, TENTARAM VENTOSAS E POR FIM FOI CESARIANA. A MINHA BEBE TEVE QUE SER REANIMADA E NO PROPRIO DIA FOI DE URGENCIA PARA O HOSPITAL DE SANTA MARIA.
EU QUERIA QUE A DIRECTORA DE SERVIÇOS DE OBSTÉTRICA ANA PAULA LOPES ME EXPLICA-SE O QUE É INFELIZ COINCIDENCIA E O QUE É NIGLEGENCIA MEDICA E INCOPETENCIA